Verbo
respira comigo palavra
circula pelas entranhas
rompe o poema
subversão furiosa
a traduzir a vida
pretéritas fotografias suturadas na carne
silencio seco das dores vividas
sob ventania faminta
azaleias resistem
o amor anda nu
entre as torres da cidade
lucidez fatiada
janelas escancaradas
Nenhum comentário:
Postar um comentário