caneta e papel XIII
o violão empoeirado
faltando corda
dedilhados emperrados
a musica sem som nos ouvidos
pessimo executor sou
as pinceladas
palavra com palavra
poema vibra no ar
salvação
azul carrego e ofereço
meu corpo
meu limite
caneta e papel
faca afiada na pedra
abram os caminhos
os orixas passam
mentes mãos e pés uma muralha
proletários da Terra !

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