caneta e papel XIV
asas abertas
joão de barro alardea presença
desperta olhares
revoada nas arvores
sol do meio dia fritando
computador aberto
visualizo meus poemas em Singapura
sem decolar viajo
editoras publicam medalhões amigos da côrte
voltar ao mimeógrafo
poesia etilica
sala cheia de luz
cheia de música
vento revolve papéis para arquivar
outros rasgar
vento traz décio pignatari
bebe coca cola
bebo cer veja na lata
esperando livros chegar
não são de poesia....

Nenhum comentário:
Postar um comentário